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Bancos e seguradoras podem economizar US$ 8,6 bi com chatbots até 2023

Automação das respostas às consultas dos clientes e da coleta de dados pós-acidente diminuirá o tempo utilizado nas tarefas e terá um impacto altamente disruptivo nos serviços bancários e na administração das apólices de seguros

A expressão tempo é dinheiro parece fazer todo sentido quando o assunto é o impacto que o uso dos assistentes virtuais, os chamados chatbots, prometem causar nos mercados bancário e de seguros. Enquanto as estimativas do Gartner afirmam que 85% das interações entre as marcas e seus clientes de todos os segmentos serão feitas por robôs até 2020, uma pesquisa  divulgada recentemente pela Juniper Research informa que a possibilidade de executar tarefas de forma mais rápida e precisa oferecida por este tipo de ferramenta tecnológica será capaz de produzir uma economia de US$ 8,6 bilhões globalmente  até 2023 nestes dois segmentos.

De acordo com matéria sobre o assunto publicada pelo portal TI Inside, os bancos serão os maiores beneficiados, ficando com US$ 7,3 bilhões deste total. O trabalho informa que esse valor corresponde a um tempo economizado de 862 milhões de horas até 2023.

Intitulado como “AI em Fintech: Roboadvisors, Lending, Insurtech & Regtech 2019-2023” o estudo diz que os chatbots podem reduzir os custos operacionais excessivos dos serviços financeiros, resolvendo as consultas dos clientes de maneira totalmente automatizada.

Na opinião dos responsáveis pela análise, à medida que o NLP (Natural Language Processing) evolui e a especialização de domínio é adicionada aos sistemas de inteligência artificial, os chatbots estão demonstrando um histórico comprovado de entrega de serviços contínua, que impulsionará a adoção por instituições financeiras inicialmente céticas. Isso produzirá um crescimento de quase 3.150% em interações bem-sucedidas de bate-papo bancário entre 2019 e 2023.

A integração do chatbot em aplicativos bancários móveis será o canal dominante para comunicações com clientes comandadas pelo chatbot, respondendo por 79% das interações bem-sucedidas em 2023. Esse domínio é devido a vários motivos, principalmente um aumento na preferência do usuário por serviços bancários baseados em aplicativos. haja visto o sucesso registrado pelos primeiros cases de uso maciço dos chatbots bancários, como o Erica, do Bank of America.

No caso da indústria de seguros, a pesquisa trabalha com a hipótese de que a inteligência artificial, com forte uso dos chatbots, terá um impacto altamente disruptivo na gestão de sinistros, levando a uma redução de custos de quase US$ 1,3 bilhão até 2023, em relação apólices de seguros auto, vida, propriedade e seguro de saúde.

Isto porque os chatbos podem automatizar a coleta de dados pós-acidente, usando inteligência artificial para analisar os detalhes/imagens fornecidos graças à visão computacional. Esses métodos não apenas economizam dinheiro para as seguradoras, como também reduzem o tempo para reclamar a liquidação, melhorando a fidelidade do cliente.

O autor da pesquisa, Nick Maynard, explicou que os chatbots no setor bancário permitem um atendimento altamente automatizado, de uma forma totalmente escalável. Segundo ele, este tipo de implantação pode ser crucial na transformação digital, permitindo que os bancos tradicionais possam competir melhor com os bancos emergentes e desafiantes.

A transformação digital dos bancos e seguradoras assim como os benefícios que ela proporciona são objetivos perseguidos pelo Torq todos os dias seja por meio do uso de chatbots ou qualquer outra tecnologia ou conceito de negócios. Entre em contato e vamos economizar tempo para ganhar mais dinheiro juntos.