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Empresas mais inovadoras produziram em média 57 POC’s nos últimos três anos

Ranking da América Latina tem o Brasil na liderança e na posição de pioneiro na adoção de novas tecnologias como machine learning, inteligência artificial, big data e biometria com destaque para bancos e varejistas

O Centro de Inovação da Visa, em Miami, publicou nesta semana o relatório ‘The State of Innovation in Latin America’ que examina os indicadores, as tendências e os referenciais das empresas mais inovadoras da América Latina e do Caribe partindo da perspectiva de pagamentos e serviços financeiros. O levantamento mostrou algumas características em comum entre as empresas líderes nestes conceitos. Uma delas é capacidade de produzir testes reais para as ideias desenvolvidas. Segundo o levantamento, todas as corporações em melhores classificações na avaliação realizaram em média 57 provas de conceito (POC’s) nos últimos três anos.

Outras semelhanças são:

  • Terem laboratórios de inovação e espaços abertos dentro dos escritórios para promover a colaboração entre os diferentes departamentos;
  • Incorporarem a inovação interna e externamente, com uma média de 140 APIs e parcerias com 15 startups por ano, em média
  • Dessas empresas, 80% usam tecnologias líderes de indústria, como Inteligência Artificial (IA) e Machine Learning
  • Conseguem escalar suas soluções internacionalmente, levando-as para mais de cinco mercados
  • Elas desenvolvem soluções em menos de cinco meses

Elaborado pela Americas Market Intelligence (AMI), o relatório avalia o nível de inovação nas empresas dos principais mercados da região: Argentina, Brasil, México, Chile, Colômbia e Peru.

O Brasil é considerado líder em inovação tecnológica da região e pioneiro na adoção de novas tecnologias, como machine learning, inteligência artificial, big data, biometria, entre outras modernas soluções. DE acordo com os autores do estudo, a inovação nos pagamentos foi favorecida pelo robusto ecossistema de pagamento local, incluindo grupos varejistas de classe mundial, autoridades reguladoras com visão de futuro que tornaram a interoperabilidade dos cartões obrigatória há quase dez anos, além de investimentos de capital de risco em fintechs – as startups brasileiras atraíram quase 90% dos 570 milhões de dólares investidos em fintechs em 2017.

A pesquisa afirma que bancos e varejistas brasileiros se destacam pelo seu envolvimento em biometria com ênfase no reconhecimento facial, assim como tokenização, chatbots e outras ferramentas de alta tecnologia. Por todas essas razões, o Brasil está posicionado para continuar a liderar a região em inovação, forjando o caminho para o resto da América Latina seguir.

Com o enfoque em diferentes tipos de empresas, o estudo inclui instituições financeiras, estabelecimentos comerciais, gateways de pagamento, agregadores e fintechs. Para medirem o grau de inovação, AMI e Visa avaliaram as empresas considerando quatro pilares-chave, como o apoio interno à inovação, habilidade de executar, uso de novas tecnologias e capacidade de escalar as soluções.

“A inovação em nossa região tem vindo de lugares surpreendentes: varejistas estão se tornando provedores de serviços financeiros, enquanto mercados virtuais oferecem serviços bancários e bancos usam mais plataformas abertas para facilitar pagamentos – tudo isso, em um esforço para reter clientes”, explica Vanessa Meyer, VP de Inovação da Visa na região América Latina e Caribe. “Os consumidores estão exigindo experiências de compra mais rápidas, integradas e convenientes, além de novas formas de pagar. É isso que as empresas inovadoras estão entregando”, conclui.

A entrega de experiências inovadoras em pagamentos ou qualquer outro serviço financeiro é a base da atuação do Torq que está à disposição para auxiliar na geração de ainda mais provas de conceitos e levar o Brasil a lugares cada vez mais altos em rankings de inovação. Entre em contato e vamos provar ideias juntos.