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Experiência do cliente supera isenção de taxas como causa de aprovação das fintechs

| Tendências,

Ao contrário do que se pensa, aspectos como a praticidade de resolver tudo pelo celular, menos burocracia e a comodidade são mais atraentes do que a economia de recursos financeiros na relação do cliente com as startups.

No início de dezembro a Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) divulgou os resultados da pesquisa “O mercado de Fintechs”, realizada em parceria com o SPC Brasil e o Sebrae. Apesar de confirmar que as startups financeiras já alcançaram um ótimo grau de aceitação entre os consumidores, o levantamento mostrou que ao contrário do que parece, a oportunidade de economizar com a isenção de taxas e tarifas não é o principal atrativo destas empresas. Na verdade, atributos mais ligados à qualidade da experiência do cliente foram os mais destacados pelas pessoas que participaram da pesquisa.

De acordo com o trabalho, os principais motivos apontados para contratar serviços de uma fintech foram a praticidade de poder resolver tudo pelo celular (41%), menos burocracia para contratar serviços (35%), comodidade (33%) e, somente na quarta posição, a isenção do pagamento de taxas/tarifas (32%).

O estudo identificou que 47% dos entrevistados consideram que os serviços prestados por fintechs são melhores que os das instituições tradicionais, enquanto 40% dizem que não são nem melhores, nem piores. Apenas 3% dos entrevistados julgam que o desempenho das Fintechs é pior.

De acordo com a pesquisa, 64% dos internautas residentes nas capitais são ou foram clientes de ao menos um serviço de fintechs nos últimos 12 meses. A adesão dos consumidores ouvidos é bastante recente e a impressão geral tem sido positiva: 50% dos clientes contrataram o serviço há menos de um ano e a grande maioria afirma que os serviços prestados ficaram dentro ou acima do esperado (89%). O processo de contratação também deixou impressão positiva na maior parte dos clientes, uma vez que 51% disseram ter sido muito rápido.

Os serviços mais utilizados nesse período foram a conta bancária (45%), o cartão de crédito (40%), as transações financeiras por meio de criptomoedas (20%), os serviços de corretoras de valores ou investimentos (19%), os aplicativos de gestão financeira pessoal (19%), o empréstimo pessoal (19%) e a contratação de seguro (19%).

Outra demonstração de aprovação dessas empresas junto ao consumidor foi o farto de que tendo em vista a possibilidade de recomendar a fintech que é cliente a um amigo ou parente, numa escala de um a dez, 41,3% dos entrevistados deram nota máxima, sendo a nota média geral de 8,5.

A experiência cotidiana com as fintechs parece deixar impressões bastante positivas em boa parte dos entrevistados, pois 53% pensam em contratar um novo serviço dessas empresas digitais nos próximos 12 meses. Nesse caso, os mais desejados são o cartão de crédito (14%), o empréstimo pessoal (12%), negociação de dívidas (8%), conta bancária (8%), corretoras de valores ou investimentos (8%) e os serviços on-line automatizados de gerenciamento de investimentos (8%).

A pesquisa apresenta uma demonstração clara de que nem tudo é dinheiro. Não basta oferecer centavos a menos do que o concorrente para atrair o cliente se a experiência do usuário não for a mais agradável possível. Por sua experiência no contato diário com fintechs, empresas de tecnologia e companhias tradicionais estabelecidas, o Torq tem desenvolvido este olhar focado em avançar cada vez mais no sentido de uma experiência encantadora para o usuário final seja ele de fintech ou de uma marca consagrada. Entre em contato e vamos buscar juntos as melhores formas de atender às necessidades das pessoas.