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Ministério começa a receber contribuições para a Política Nacional de Inovação

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Consulta pública ficará à disposição por 40 dias para permitir aos interessados oferecerem ideias visando a construção de estratégias de inovação que compreendam o período entre 2020 e 2030

Desde a última sexta-feira (8) o Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC) está recebendo contribuições por meio de uma consulta pública para a Política Nacional de Inovação. A participação na iniciativa poderá ser feita por um período de 40 dias. As opiniões serão emitidas com base em um trabalho que vem sendo feito pelo MCTIC em parceria com o Centro de Gestão e Estudos Estratégicos (CGEE). O objetivo era recolher subsídios dos principais atores envolvidos na geração de serviços e produtos inovadores no país. Esse esforço foi consolidado na criação de um documento base para a criação da consulta pública.

Segundo uma nota emitida à imprensa pelo Ministério, desde setembro deste ano tem sido organizadas reuniões de grupos de trabalho que envolveram atores governamentais, representantes de empresas e startups; agentes financeiros; universidades e instituições de Ciência e Tecnologia (ICT); secretarias estaduais, municipais e Fundações de Amparo à Pesquisa (FAP).

Além dos encontros organizados com esses grupos, foram feitas oficinas temáticas com instituições como: Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), MCTIC, Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial (DCTA) e Tribunal de Contas da União (TCU).

O processo para a construção do documento da Política Nacional de Inovação contou ainda com revisão de literatura, benchmark e um conjunto de entrevistas com atores estratégicos.

O secretário de Empreendedorismo e Inovação do MCTIC, Paulo Alvim, destaca que a ideia é que a Política Nacional de Inovação reflita um horizonte que compreenda o período de 2020 a 2030, com uma perspectiva de País.

“Nós mapeamos um conjunto de informações e estamos construindo um texto base. Essa consulta pública será de grande importância para a proposta de política, em um processo muito intenso de ouvir todos os atores interessados”, afirma.

Para o secretário de Planejamento, Cooperação, Projetos e Controle, Antônio Franciscangelis, inovação é uma base fundamental para o cumprimento da missão do MCTIC, de produzir conhecimento, gerar riquezas e melhorar a qualidade de vida da população. “Temos uma série de desafios e ações que devemos realizar para organizar o ecossistema de inovação no Brasil”, afirma. “A Política Nacional de Inovação vai nos ajudar a coordenar esse processo”, conclui.

Como agente independente de promoção e fomento da inovação, o Torq acompanha de perto as discussões a respeito da Política Nacional de Inovação do país. Entendemos que o governo deve executar um papel fundamental no desenvolvimento de um ecossistema estrategicamente preparado para impulsionar a criação, implantação e gestão de produtos e soluções inovadoras que cada vez mais aproximem o Brasil das posições de liderança no que se refere à inovação. Enquanto as discussões avançam neste sentido, o Torq está à disposição para apoiar projetos de forma que eles possam aproveitar o que já existe de melhor no mercado brasileiro, deixando os alicerces prontos para suportar o crescimento no futuro. Entre em contato.