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Os desafios de segurança para os bancos digitais

| Pagamentos, Tendências,

A segurança está sempre no topo da lista de preocupações das empresas de serviços financeiros – à medida que a tecnologia capacita os bancos a criar experiências cada vez mais digitais, móveis e centradas no cliente, ela também traz uma gama crescente de ameaças à segurança cibernética.

No relatório ‘Financial services technology 2020 and beyond: Embracing disruption’,a PwC lista a cibersegurança como um dos principais riscos enfrentados pelas instituições financeiras.

Entre as forças por trás desse risco, diz o relatório, estão o uso de fornecedores de terceiros, tecnologias em rápida evolução e complexas, aumento do uso de dispositivos móveis e rápido crescimento da internet; e aumento das ameaças à segurança da informação transfronteiriça.

O ecossistema do crime financeiro está evoluindo rapidamente e as metodologias tradicionais de prevenção estão aquém da proteção dos consumidores contra crimes financeiros cada vez mais frequentes e sofisticados.

No caso dos bancos digitais, onde os consumidores exigem uma experiência rápida e satisfatória, novos desafios de segurança estão surgindo muito rapidamente para que as abordagens tradicionais de segurança cibernética acompanhem o ritmo.

A boa notícia é que mesmo assim, o segmento financeiro tem crescido ano após ano.

O crescimento dos bancos digitais

A praticidade, a segurança e a conveniência oferecidas pelos canais digitais fizeram com
que as transações bancárias registrassem, mais uma vez, um crescimento consistente e
significativo. Seis em cada dez transações bancárias já são realizadas por aplicativo mobile ou internet banking.

Segundo um estudo da FEBRABAN, em 2018, o grande impulsionador do aumento no número de operações foi novamente o celular: enquanto o crescimento das transações bancárias em geral foi de 8%, o salto no número de operações via mobile banking foi de 24%. A participação do celular na composição do total de transações aumentou de 35% em 2017 para 40% em 2018.

E é justamento por isso que os bancos enfrentam o dilema duplo de garantir segurança incomparável sem comprometer a experiência do cliente. É um desafio que muitos estão lutando para enfrentar.

A maioria das técnicas de cibersegurança empregadas atualmente são soluções pontuais. No entanto, uma nova onda de esquemas fraudulentos ignora completamente a autenticação de login e a segurança do terminal.

Em uma tentativa de eliminar as falhas de segurança existentes, os bancos estão colocando soluções adicionais de segurança em cima dos sistemas voltados para o cliente, o que geralmente prejudica sua experiência.

5 Principais desafios de segurança

Muitas operações de um banco ou instituição financeira ocorrem com o uso de tecnologia, por meio da internet.
Sem medidas sólidas de segurança cibernética, os dados confidenciais do seu banco podem estar em risco.

Aqui estão as cinco maiores ameaças à segurança cibernética de um banco digital.

1 – Dados não criptografados

Essa é uma parte muito básica, porém crucial, de uma boa segurança cibernética.

Todos os dados armazenados nos computadores da sua instituição financeira e online devem ser criptografados.
Mesmo que seus dados sejam roubados por hackers, eles não poderão ser usados imediatamente se forem criptografados; se não forem criptografados, os hackers poderão usar os dados imediatamente, criando sérios problemas para sua instituição financeira.

2 – Malware

Os dispositivos do usuário final – como computadores e telefones celulares – que foram comprometidos por malware representam um risco à segurança cibernética do seu banco sempre que eles se conectam à sua rede.
Os dados confidenciais passam por essa conexão e, se o dispositivo do usuário final tiver um malware instalado, sem segurança adequada, esse malware poderá atacar as redes do seu banco.

3 – Serviços de terceiros que não são seguros

Muitos bancos e instituições financeiras empregam serviços de terceiros de outros fornecedores, em um esforço para melhor atender seus clientes.

No entanto, se esses fornecedores de terceiros não dispuserem de boas medidas de segurança cibernética, seu banco poderá sofrer.

É importante analisar como você pode se proteger das ameaças à segurança impostas por terceiros antes de implantar as soluções.

4 – Dados manipulados

Às vezes, os hackers não roubam dados – eles simplesmente fazem alterações. Infelizmente, esse tipo de ataque pode ser difícil de detectar imediatamente e pode fazer com que as instituições financeiras sofram prejuízos na casa dos milhões de reais, se não mais.

Como os dados alterados não parecem necessariamente diferentes dos dados inalterados na superfície, pode ser um desafio identificar o que foi e o que não foi alterado se o seu banco foi atacado dessa maneira.

5 – Falsificação

Um tipo mais recente de ameaça à segurança cibernética é a falsificação – onde os hackers encontraram uma maneira de “personificar” a URL de um site bancário com um site com aparência e função exatamente iguais.

Quando um usuário insere suas informações de login, essas informações são roubadas pelos hackers para serem usadas posteriormente.

Ainda mais preocupante é que as novas técnicas de falsificação não usam uma URL ligeiramente diferente, mas semelhante – elas podem segmentar usuários que visitaram a URL correta.

A resposta dos bancos digitais

Você viu agora quais são 5 dos principais desafios dos bancos digitais em relação a segurança de seus clientes. A boa notícia é que você não precisa se preocupar. A tecnologia é a principal aliada do mercado financeiro.

No surgimento de novos recursos para proteger os seus dados surgem a cada momento que passa.

Alguns desses, começamos a perceber que dificultam a vida dos cibercriminosos, como:

  • Dispositivos biométricos e de impressão digital – uma maneira injustificável para você e apenas para você acessar sua conta;
  • Análise de comportamento – comportamento incomum é sinalizado. A notificação em tempo real é enviada por SMS e / ou email. “Este não sou eu!” Você diz ao seu banco e o desastre pode ser evitado;
  • Criptografia de ponta a ponta – isso contraria a enorme ameaça de hackers, realizando auditorias de segurança e testes de penetração;

Senhas únicas – uma grande medida na luta contra a fraude cibernética. Os tokens são solicitados para todas as transações usando uma interface bancária online ou móvel. A senha enviada para o smartphone do usuário via SMS. A senha expira após apenas um uso.

Como instituição bancária ou financeira, é absolutamente imperativo que você encontre maneiras de atenuar as ameaças à sua segurança cibernética, enquanto ainda é capaz de fornecer aos seus clientes opções convenientes e tecnologicamente avançadas.

E se você quiser colaborar com esse movimento, que tal fazer parte da revolução tecnológica do setor financeiro?

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