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Pagamentos digitais podem gerar R$125 bilhões em benefícios em 18 capitais brasileiras

| Pagamentos,

Evolução dos transportes públicos, educação financeira e aumento da segurança seriam alguns dos impactos mencionados pelo estudo que quantifica potenciais avanços com o aumento das transações eletrônicas

A publicação do estudo “Cidades sem dinheiro em espécie: Compreendendo os benefícios dos pagamentos digitais” no início de dezembro revelou mais uma vez o potencial de geração de melhorias na qualidade de vida com a intensificação do processo de digitalização das transações financeiras.

De acordo com a pesquisa encomendado pela Visa à Roubini ThoughtLab, o aumento do uso de meios eletrônicos de pagamentos no dia a dia das cidades pode trazer inúmeras melhorias para sua economia, incluindo a evolução dos transportes e estabelecimentos comerciais, da segurança pública, da educação financeira e consequente evolução da qualidade de vida das pessoas.

A pesquisa apresenta uma análise dos benefícios que 18 capitais brasileiras juntas registrariam a partir da maior utilização dos pagamentos digitais.

Somados, esses benefícios ultrapassariam o valor de cerca de R$125 bilhões acumulados por ano. As capitais analisadas foram: Aracaju (SE), Belo Horizonte (MG), Brasília (DF), Campo Grande (MS), Cuiabá (MT), Curitiba (PR), Florianópolis (SC), Fortaleza (CE), Goiânia (GO), João Pessoa (PB), Maceió (AL), Natal (RN), Palmas (TO), Porto Alegre (RS), Recife (PE), Rio de Janeiro (RJ), Salvador (BA) e São Paulo (SP).

Os benefícios citados se dividem em:

  • R$24 bilhões para os consumidores, considerando, entre outros, a economia de tempo entre transações bancárias e no varejo, além de redução de crimes relacionados ao dinheiro em papel;
  • R$ 54 bilhões para os estabelecimentos comerciais dos municípios, incluindo, entre outros, economia de tempo durante o processamento de pagamentos, aumento de receita por vendas decorrentes de uma maior base de clientes, tanto nas lojas físicas quanto no ambiente online;
  • E, por fim, aproximadamente R$ 47 bilhões para os governos das capitais com o aumento das receitas fiscais, do crescimento econômico, redução de custos operacionais, entre outros.

“O aumento do uso dos pagamentos digitais reduz a circulação de grandes quantidades de dinheiro em papel e permite que as cidades alcancem mais rapidamente seu futuro digital, impactando por exemplo, na segurança, com a diminuição de furtos e roubos a estabelecimentos comerciais e a elevar o crescimento econômico, aumentando o nível de emprego, interferindo na alta de salários e na produtividade dos trabalhadores”, ressalta Fernando Teles, country manager da Visa.

Segundo ele, desde 2018, quando a Visa e seus parceiros têm promovido o programa Cidades do Futuro, já participam diretamente 200 municípios brasileiros.

O levantamento quantifica os potenciais benefícios experimentados pelas cidades que migram para um nível elevado de uso de pagamentos digitais. Este patamar é atingido quando o índice de uso de pagamentos digitais de toda a população de uma cidade se iguala ao dos 10% de usuários que mais utilizam esse tipo de pagamento. Ou seja, o estudo não prevê a eliminação total do dinheiro em espécie. Mas quantifica os potenciais benefícios e custos do aumento do uso dos pagamentos digitais.

A posição do Torq como aglutinador de parcerias entre instituições financeiras estabelecidas e fintechs, coloca a iniciativa em condições de auxiliar na produção de projetos que acelerem esta disseminação dos pagamentos eletrônicos. Isso porque o segmento mais volumoso e também o que mais cresce entre as fintechs brasileiras é justamente o dos projetos que envolvem pagamentos eletrônicos. Já as empresas tradicionais do setor também não têm dúvidas sobre os benefícios de migrar para este tipo de solução. Por isso, entre em contato e vamos fazer esses benefícios projetados se tornarem realidades.