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Transformação digital pós pandemia inclui IoB, experiência total e hiperautomação

| Tendências,

Após a aceleração da transformação digital nas empresas provocada pela pandemia, as atenções começam a se voltar para os caminhos pelos quais este processo continuará a se desenvolver a partir do momento em que o vírus estiver controlado. Neste sentido, recentemente o Gartner forneceu indícios significativos ao tratar das principais tendências de tecnologia estratégica que as organizações precisarão explorar em 2021.

As análises foram feitas no contexto do Gartner IT Symposium / Xpo Americas realizado entre 19 e 22 de outubro. De acordo com Brian Burke,  vice-presidente de pesquisa da instituição, à medida que as organizações caminham da resposta à crise do COVID-19 para impulsionar o crescimento, elas devem se concentrar em três principais áreas que formam os temas das tendências deste ano. Estes pilares são a centralização nas pessoas, a independência de localização e a entrega resiliente.

De acordo com ele, essas tendências criam um todo que é maior do que suas partes individuais e se concentram na demanda social e pessoal de qualquer lugar para alcançar a entrega ideal.

Em termos práticos, para explorar de maneira eficiente essas três áreas, as empresas precisarão trabalhar com as seguintes tecnologias:

Internet de comportamentos

A Internet de comportamentos (IoB) está surgindo à medida que muitas tecnologias capturam e usam a “poeira digital” da vida diária das pessoas. A IoB combina tecnologias existentes que enfocam o indivíduo diretamente como reconhecimento facial, rastreamento de localização e big data, por exemplo. Na sequência, ela conecta os dados resultantes a eventos comportamentais associados, como compras em dinheiro ou uso de dispositivo.

O Gartner prevê que até o final do ano de 2025, mais da metade da população mundial estará sujeita a pelo menos um programa IoB, seja ele comercial ou governamental.

Experiência total

Brian Burke lembrou que no ano passado o Gartner apresentou a multiexperiência como uma das principais tendências de tecnologia estratégica e, agora, a consultoria está dando um passo adiante com a indicação da experiência total (TX).

Ele explica que este conceito se baseia em uma estratégia que conecta a multiexperiência às disciplinas de experiência do cliente, funcionário e usuário. O Gartner espera que as organizações que fornecem um TX superem os concorrentes nas principais métricas de satisfação nos próximos três anos.

As organizações precisam de uma estratégia de TX à medida que as interações se tornam mais móveis, virtuais e distribuídas, principalmente devido ao COVID-19. Essas experiências interseccionadas são momentos-chave para as empresas em recuperação da pandemia que buscam alcançar a diferenciação por meio da capitalização de novos interruptores experienciais.

Hiperautomação

Embora a hiperautomação esteja tendendo a um ritmo implacável nos últimos anos, a pandemia aumentou a demanda com a necessidade repentina de que tudo seja “digital primeiro”. Como resultado, o acúmulo de solicitações de partes interessadas de negócios levou mais de 70% das organizações comerciais a empreender dezenas de iniciativas de hiperautomação.

“A hiperutomação agora é inevitável e irreversível. Tudo o que pode e deve ser automatizado será automatizado”, disse Burke.

Em sua avaliação, a necessidade de resiliência operacional em todas as funções corporativas nunca foi tão grande. “Os CIOs estão se esforçando para se adaptar às condições de mudança para compor os negócios futuros. Isso requer a plasticidade organizacional para se formar e se reformar dinamicamente”, disse.

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